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O termo leucodistrofia se refere a um grupo de disfunções que afetam o Cérebro, a medula espinhal e os nervos periféricos. Afeta principalmente a bainha de mielina do cérebro e em proporção menor a outras partes do sistema nervoso.
A palavra leucodistrofia foi introduzida a mais de 10 anos atrás e deriva dos radicais gregos "leuko", que significa branco; "trophy", que significa crescimento; e "dys", que significa doente. Colocando-se todos os radicais juntos, a palavra significa "uma doença que afeta o crescimento da bainha de mielina". Para colocar essa idéia de acordo com pensamentos mais modernos, três conceitos adicionais devem ser introduzidos. A palavra distrofia agora se refere somente a desordens que são determinadas geneticamente: Sem terapia, a leucodistrofia tende lentamente a piorar; As leucodistrofias nunca são contagiosas. As potentes técnicas recentes da Ressonância Magnética (MRI) podem identificar muitas anormalidades sutis da bainha de mielina, e como resultado, os médicos estão muito mais conscientes das anormalidades da substancia branca. Algumas dessas anormalidades existem devido a 11 leucodistrofias conhecidas, enquanto outras existem, quase que com certeza, devido a outras leucodistrofias não identificadas. A bainha de mielina pode ser danificada de diversas formas além da leucodistrofia. Outras anormalidades na substância branca do cérebro são devidas a problemas não genéticos, adquiridos ou causados pelo meio ambiente, incluindo refeições e a esclerose múltipla. Estas desordens, assim como anomalias determinadas geneticamente que afetam as células nervosas além da bainha de mielina, não são consideradas leucodistrofias.
Sintomas As manifestações das leucodistrofias são geralmente graduais em uma criança que anteriormente se aparentava bem. Os pais podem notar uma mudança no tônus do corpo da criança, nos movimentos, marcha, fala, habilidade para comer, visão, audição, comportamento, memória e processos mentais. Freqüentemente nos estágios iniciais das doenças, os sinais e sintomas são difíceis de serem reconhecidos. Muitas outras doenças, a maioria das quais são mais comuns, se manifestam da mesma forma. Assim, o médico não deve diagnosticar leucodistrofia até que tenham sido eliminadas as possibilidade de outras doenças mais comuns.
Tratamentos Apoio, comunicação, educação e cuidados médicos básicos. Boa comunicação com os médicos, enfermeiras, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas, nutricionistas, educadores, estudantes, pesquisadores, psicólogos e com outros pais podem ajudar bastante. Esta ajuda é
útil:
Essas terapias, de forma geral, podem fazer muito. Estamos procurando
por terapias específicas e totalmente direcionadas e o
conhecimento está avançando a cada ano. A substituição dos genes
problemáticos podem ser a última resposta. O progresso nesta direção está sendo feito, mas
ainda não está disponível hoje. Uma abordagem que está se tornando disponível
é a substituição de enzimas que faltam. A substituição parcial das enzimas
pode ser alcançada através do transplante de medula óssea. A enzima
administrada desta maneira pode metabolizar as substâncias com as quais o
corpo do paciente é incapaz de lidar. Esta abordagem está sendo testada em
leucodistrofia metacromática, leucodistrofia globóide (Krabbe) e
adrenoleucodistrofia. O procedimento é ainda experimental: |
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